24 fevereiro, 2015

Red Carpet: Oscares 2015

Com 2 dias de atraso, finalmente lá tenho um tempinho para vir aqui falar da noite dos Óscares e da tão famosa red carpet. Quem viu? Eu não! Sim, nem parece meu! Eu que todas as noites me deito tardíssimo, e que nesta noite vejo sempre os Oscares não sei o que aconteceu comigo, mas o que era certo é que às 22h30 já estava a dormir. 
Mas, como já é hábito aqui no blog, trago-vos um post recheado com os melhores e os piores vestidos, na minha opinião. Tudo o que passou pelo tapete vermelho para não perderem pitada.
O vermelho foi uma das cores que dominou o red carpet bem como os tons mais suaves, como branco e rosa pastel.
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Começamos com Guiliana Rancic, que apresentou a cobertura especial para o canal E!, neste maravilhoso vestido vermelho todo trabalhado. O cabelo ondulado, que por sinal lhe fica muito bem, completou a elegância do vestido. 

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Ao lado de Guiliana esteve Khloé Kardashian, que também optou por ir de vermelho, num vestido Lanvin. Ninguém deu muito pelo vestido mas eu adorei a escolha. Adoro o corte, a cor e o cair. Achei que a Khloé esteve impecável nesta gala.  

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Anna Kendrick muito sem sal neste vestido coral. Ficava-lhe bem e o decote tinha um quezinho de arriscado, mas podia ter sido melhor, e ter arriscado. 

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Nem sei o que dizer da escolha de Jamie Chung… Só me faz lembrar uma pena de pavão. 

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Margot Robbie. Elegante, sexy e marcante. 
  

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Dakota Johnson com um ar inocente para contrastar com as 50 Sombras de Grey.  A escolha foi um vermelho Saint Laurent que lhe ficava a matar. Sensual na medida certa. 

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Marion Cotillard em Dior, num vestido polémico. Da frente até achei piada, mas visto de trás não tem pontinha por onde se lhe pegue. É terrível. Marion, de ti esperava mais! 

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Rosamund Pike num dos vestidos da noite. Clap Clap! Este Givenchy é deslumbrante. O conjunto estava perfeito. O cabelo com um apanhado natural e maquilhagem simples. Adorei! 

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Ai Lupita Lupita, o sururu que anda à tua volta. O vestido Calvin Klein tinha um cair muito bonito mas não achei maravilhoso como dizem. 6 mil pérolas? É realmente impressionante, talvez até um bocadinho demais não?  

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Sienna Miller em Oscar de La Renta, bastante aborrecido. 

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Não gostei, não sei porquê mas não gostei. Se tivesse nomeada e com grande oportunidade de ganhar um Oscar acho que escolheria outro vestido. Nem se percebe onde termina a Julianne Moore e começa o vestido. 

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Kerry Washington apareceu numa desgraça que quase tive dificuldade em reconhecê-la!  Acho que devia ir pedir umas dicas de estilo à sua personagem Olivia Pope. 

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Muita gente não gostou do visual de Reese Witherspoon, dizem que estava demasiado simples. Clássico mas extremamente elegante. Só é pena ser sempre dentro do mesmo estilo… E mais do mesmo.  

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Finalmente, um vestido à Oscares. Jennifer Lopez arrasou. Num tom mais suave este vestido é digno de uma princesa. Claro que o seu lado sedutor não foi ignorado, este vestido conta com um enorme decote na parte da frente. Jennifer Lopez quis mesmo simplificar e, até na maquilhagem, optou por tons claros.


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A Lady Gaga deu cabo de mim. Parece que não a deixaram terminar a lida da casa e deu nisto.

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Como é que algo que começa tão bem pode acabar tão mal? Felicity Jones teve a infelicidade de escolher este vestido de Alexander McQueen. Não gostei de nada nesta produção. 

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 Zoe Saldana continua a nunca acertar na Red Carpet.  

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Naomi Watts em Armani. O que hei-de dizer? Esperava mais, muito mais. Uma desilusão. 

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 Rita Ora num vestido um pouco exagerado. Parece que têm um babete na parte da frente do vestido. 

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Scarlett Johansson, que foi mãe há pouco tempo e que está com este corpo invejável, escolheu este Versace verde para os Oscars para mostrar que está com tudo em cima. Mas o vestido não me conveceu. 


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Emma Stone em Elie Saab. O vestido era bonito, mas nada demais. Emma habituou-nos a mega produções por isso podemos pensar que este vestido é um bocadinho chatinho mas até que gostei. 

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Jennifer Aniston com um sexy Versace. E sempre com o mesmo penteado. Vá Jeninha está na altura de mudar esse cabelo. 

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Pronto… pior era impossível. Um vestido de Oscars inspirado no vestido de casamento da Angelina Jolie?!?  E a padecer do mesmo problema do vestido da Felicity Jones… a tentativa bem sucedida de arranjar um tecido no tom da pele da protagonista. Foge… tá tudo doido?? Este vestido para mim não tem qualificação.  

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Quando vi a Gwyneth Paltrow só pensei… Fashion Moment à séria! – O vestido da noite. O vestido “rosa pó de arroz” dos criadores Ralph and Russo favorecia incrivelmente a figura da atriz. Os brincos eram uma coisa do outro mundo. Ela estava M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A. Pure, sheer perfection!  

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Meryl Streep. Esta senhora nunca falha. 

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Olho para este vestido e nem sei o que pensar... Nicole Kidman volta estás perdoada! 

22 fevereiro, 2015

Cinema em sessão dupla

Com o aproximar da noite dos Oscares, apercebi-me de estava atrasada no que diz respeito aos filmes. Por isso mesmo resolvi ontem r ao cinema em sessão dupla. Sim, deve achar que sou louca de ir ao cinema duas vezes no mesmo dia e sim.. vocês tê razão, foi mesmo de loucos!
Chegamos ao Vasco da Gama e compramos bilhetes para a Teoria de Tudo, que era às 21h50 e para o Jogo de Imitação que era em 40min mas nas Amoreiras. Foi logo apanhar o metro a correr e depois ir a pé do Saldanha até às Amoreiras (pois a linha amarelo estava parada... claro, só para ajudar) e como sabem a rua que liga o Marquês às Amoreiras não é nada inclinada nem nada! Sempre a correr contra o tempo, chegámos mesmo a hora, e a pedir uma botija de oxigénio. 
A primeira sessão era o Jogo de Imitação, filme que tinha curiosidade de ver, e que achava que se não visse antes dos Oscares já não ia ver. 


O Jogo da Imitação conta a historia de Alan Turing, matemático brilhante que durante a Segunda Guerra Mundial, liderava uma equipa que deram uma ajuda fundamental aos Aliados na descodificação do código Enigma, que era utilizado pelos nazis de forma a comunicar secretamente os planos de ataque. Alan Turing ajudou a vender a guerra decifrando o Enigma e inventou o primeiro computador.  
Apesar de todo o reconhecimento, a carreira de Alan Turing terminou abruptamente em 1952, depois de ter sido processado por atentado ao pudor, acusação que culminou numa condenação por homossexualidade, à época ilegal no Reino Unido. A 8 de Junho de 1954, dois anos depois de iniciar um tratamento com injecções de hormonas femininas que provocam castração química (que preferiu à prisão), Turing foi encontrado morto na sua própria casa. 


Terminado a primeira sessão de cinema, era altura de seguir outra vez para o Vasco da Gama. Graças a Deus que o regresso o caminho era a descer e o metro já estava a funcionar. 

Num instante chegamos ao nosso destino, e foi jantar e seguir novamente para outra sala de cinema e ver a Teoria de Tudo, que era o filme que mais tinha vontade de assistir e que de todos os nomeados para o Óscar despertava mais curiosidade em mim. Não só pela historia mas como ver através da perspectiva feminina. 


A Teoria de Tudo conta a extraordinária história de uma das mentes mais brilhantes dos nossos tempos, o reconhecido astrofísico Stephen Hawking. O filme começa no ano de 1963, quando Stephen Hawking era estudante de Física na conceituada Universidade de Oxford e está decidido a encontrar uma "simples, eloquente explicação" para o Universo. Nesta época, já depois de conhecer Jane Wilde, uma jovem estudante de Artes por quem se apaixona, é-lhe diagnosticada esclerose lateral amiotrófica, uma doença incurável e degenerativa que leva à perda permanente de movimento muscular. Os médicos não lhe dão mais de dois anos de esperança de vida. Com capacidades físicas a cada dia mais limitadas, casa com Jane, com quem vem a ter três filhos. Com a ajuda dela, supera os maiores obstáculos, sem nunca perder a vontade de viver nem a sua extraordinária capacidade de se assombrar com o Universo. 

Um filme dramático, que me emocionou bastante e me fez pensar na vida e no tempo que nos resta, e de como nunca sabemos o que nos espera. Mas também é um filme de força e de amor, pois independentemente de tudo o que aconteceu. Jane Hawking sempre se manteve forte e ao lado do seu marido! 

Na minha opinião, A Teoria de Tudo têm todos os elementos que a Academia adora, e que sem dúvida que é o meu favorito ao Óscar de Melhor Filme e de Melhor Actor. Mas como a Academia tem muitos interesse e politica na meio, penso que será o Jogo de Imitação a levar a estatueta para casa.